por redação
Foto: rede social
Esta pauta traz um alerta as autoridades médicas sobre números e casos que tem pego a sociedade de surpresa. Um dos mais recentes foi Hugo Rafael, um homem jovem, bem relacionado com seus colegas de trabalho, extrovertido, casado, pai e empregado. Mas todos esses requisitos não foram suficientes para convencer Hugo da sua decisão que abalou o meio político de Maceió.
Outro caso é também de um jovem homem que tirou a própria vida após a lua de mel e deixou programado a entrega de flores s sua esposa.
Vários padres e pastores tem fugido buscando esse tipo de fuga para suas vidas. Alguns deixaram cartas, recados, explicações e justificativas, outros não.
A depressão é real. Não se trata de fraqueza humana ou chantagem emocional. Hoje é um problema de saúde e deve ter metas a serem cumpridas.
Há um estudo que sinaliza para 38 pessoas por dia que cometem suicídio no Brasil. O número alarmante chega a 14 mil casos por ano (intranet.capes.gov.br).
O suicidio e transtorno mental estão dentro da relação entre quadros psicopatológicos, com prevalência dos quadros de depressão maior. Os fatores que contribuem são assim elencados: estresse crônico; disfunções hormonais; transtornos psiquiátricos correlatos; histórico familiar; ansiedade crônica; dependência de álcool e drogas ilícitas; conflitos conjugais; mudança brusca financeira e outros aspectos associados.
Psicóloga com passagem no hospital Portugal Ramalho, Rosângela Cavalcante diz que a causa é bastante séria e, infelizmente, mais comum do que imaginamos. Geralmente não acontece de repente. É fruto de um sofrimento que se acumula. É a perda do sentido da vida. É um problema de saúde mental. Segundo ela, “antes do ato, a pessoa costuma dar sinais: fala sobre a morte, se afasta dos grupos em que está inserido, muda seu comportamento. Identificar logo cedo esses sinais pode salvar vidas”.