por redação
Em uma vistoria realizada pela Defensoria Pública da União (DPU), por meio do Juiz Federal, André Granja, que foi acompanhado por representantes da Defesa Civil Nacional, Serviço Geológico do Brasil, MPF, MPE, DPU, DPE e o CNJ, o bairro do Bom Parto, em Maceió, foi destaque em rede nacional. Moradores com os nervos a flor da pele, vivendo dias de ansiedade e desespero, receberam as autoridades representativas e expuseram o caos em que os deixam em polvorosa.
Toda comitiva que atendeu pedidos de socorro dos moradores ouviu atentamente e fez registros do que foi visto e encontrado. Com os representantes públicos estava o professor Abel Galindo, com vasta experiência no episódio, denominado afundamento dos bairros, e este alertou para estudos já apresentados por consultorias internacionais no tocante a mina 34 que fica próximo ao bairro do Bom Parto.
O doutor e professor Abel disse que as rachaduras e afundamentos na região se devem a subida desta mina até a superfície. “A exemplo da mina 18, à medida que sobe provoca deformações na superfície“.
Abel Galindo, especialista em solos e profundo conhecedor da área de Maceió, é contestado pelo secretário da Defesa Civil da Capital, quando afirma que o fenômeno se deve ao tipo de solo na região do bairro, próximo da lagoa.
No vídeo postado moradores expressaram sua apreensão e falta de soluções pela mineradora Braskem.