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Mandetta explica um dos efeitos colaterais da cloroquina

Redação A Hora News

 

Durante uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (15), o ministro da Saúde, Henrique Mandetta, respondeu questões sobre o uso da cloroquinha no tratamento de COVID-19.

Segundo ele, o medicamento responde bem e combate o vírus, porém ele acelera os batimentos cardíacos e, em idosos ou pessoas com outros problemas de saúde, a arritmia pode levá-las à morte.

“In vitro, ela (a cloroquina) mata bem o vírus. Outras drogas também, in vitro (…). Essa droga, a cloroquina, pode fazer o coração bater errado e causar uma arritmia. Quando se dá cloroquina para pessoa de 60, 70, 80 anos, essas pessoas são as que mais podem ter arritmias e morrer da cloroquina.”

Ainda assim, o Ministério da Saúde se mantém neutro e não impõe o uso desse medicamento para o tratamento de pacientes infectados com o novo coronavírus.

Mandetta, que é médico, diz que cada profissional de saúde é livre para indicar o tratamento que julgar mais relevante para cada paciente.

Todavia ele se mostrou preocupado com o fato de alguns brasileiros acharem que, comprando a cloroquina, eles estariam seguros caso fossem infectados. Ele é totalmente contrário ao uso dessa medicação sem a prescrição médica.