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TSE rejeita ação do PT pastor presidente Bolsonaro, líder da Bancada Evangélica e presidente da CGADB

Redação A Hora News

Legenda: O MPE também tinha dado um parecer negando a existência de crime eleitoral na visita de Bolsonaro à Cuiabá | Foto: Reprodução

O Partido dos Trabalhadores (PT) moveu uma ação no Tribunal Superior Eleitoral contra o presidente Jair Bolsonaro; o deputado federal Sóstenes Cavalcante, presidente da Frente Parlamentar Evangélica; o pastor Wellington Júnior, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus no Brasil (CGADB) e o Adavilso Azevedo da Costa, idealizador da motociata Acelera Cuiabá, por propaganda eleitoral antecipada.

O caso se refere à visita do presidente da República à capital mato-grossense onde ele participou do lançamento da Marcha para Jesus e da 45ª AGO da CGADB. Antes dos eventos com lideranças religiosas, Bolsonaro participou da motociata com centenas de pessoas.

O julgamento do TSE foi feito na noite desta quinta-feira (9) e assinado pelo Ministra Maria Claudia Bucchianeri que considerou a denúncia improcedente, rejeitando assim a ação.

Ao analisar o que foi dito pelos quatro acusados, a ministra entendeu que “inexiste conotação eleitoral explícita nos episódios apresentados pela acusação” e por isso “julgo improcedente a presente representação”.

Em maio, o Ministério Público Eleitoral expediu um parecer pela improcedência do pedido, pois o Vice-Procurador-Geral Eleitoral, Paulo Gustavo Gonet Branco, entendeu que a “conclamação genérica por que se obtenham candidatos afinados com a pauta de interesses e de valores da comunidade religiosa não constitui propaganda de candidato, mas manifestação inserida na liberdade de expressão”.