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Youtube remove canal do maior site pró-vida do mundo

Redação A Hora News

Legenda: Conteúdos conservadores estão sendo removidos da plataforma de vídeos do Google | Foto: Pexels

O Youtube removeu o canal de vídeos do site LifeSiteNews de sua plataforma, excluindo assim todos os vídeos que traziam informações relevantes sobre a questão do aborto no mundo.

“O YouTube removeu completamente o canal LifeSiteNews. Este não é um banimento temporário; cada um de nossos vídeos foi embora completamente”, escreveu a equipe do site que tinha mais de 300 mil inscritos.

“Felizmente, temos backups de todos os nossos vídeos, mas isso significa que centenas de milhares de pessoas perderam o acesso ao nosso conteúdo revelador”, completa.

A remoção aconteceu na última quarta-feira (10) e mostra mais uma decisão unilateral da plataforma que tem excluído diversos canais conservadores, não apenas no exterior, mas também no Brasil.

Em janeiro, o site anunciou ter sido banido por duas semanas do YouTube, depois que publicaram vídeos sobre vacinas, que de acordo com a rede social violava as “diretrizes da comunidade” do YouTube.

“A partir desta manhã, LifeSiteNews recebeu um segundo golpe do YouTube, enquanto a Big Tech continua sua repressão às vozes conservadoras e cristãs”, disse o portal pró-vida.

Plataforma fala em “desinformação”

Antes de remover o canal completamente, o Youtube havia censurado vários vídeos do canal. Um deles, por exemplo, tinha como tema: “Tradições católicas do Natal para incutir fé em seus filhos”.

O Youtube marcou o vídeo com o selo de “desinformação médica” antes de removê-lo. O mesmo aconteceu com outros vídeos de assuntos diversos.

“Qualquer canal que violar nossa política de desinformação Covid-19 receberá um aviso, que restringe temporariamente o envio ou transmissão ao vivo. Os canais que receberem três avisos no mesmo período de 90 dias serão removidos permanentemente do YouTube”, disse o porta-voz do Google.

Em uma declaração à CBN News, a diretora de marketing da LifeSite, Rebekah Roberts, disse que já esperavam a remoção do canal.

“A verdade é que já estávamos prevendo isso há algum tempo. O YouTube e outros titãs da tecnologia simplesmente não estão interessados ​​em permitir que alguém discorde de seu discurso liberal aprovado pelo estado, ideologia totalitária”, declarou.

Eles esperam continuar divulgando as mensagens pró-vida e pró-família em outras plataformas como Gab, Telegram e Rumble que já tem sido utilizada por outros sites conservadores.