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Pastor critica ativista da direita que usa versículo bíblico para atos extremistas

Redação A Hora News

Legenda: Sara Winter foi presa após ameaçar ministros do STF | Foto: Reprodução Instagram

A ativista Sara Winter está presa em Brasília após realizar atos contra o Supremo Tribunal Federal (STF). Líder do grupo chamado de “300 do Brasil”, ela declarou em seu depoimento que o grupo foi inspirado na Bíblia.

Católica, Sara citou Juízes, 7:16 que diz: “Então dividiu os trezentos homens em três companhias; e deu-lhes a cada um, nas suas mãos, buzinas, e cântaros vazios, com tochas neles acesas”.

A manifestação com tochas, porém, foi interpretada como atos da extrema direita norte-americana representada pelo grupo supremacista Ku Klux Klan. Ela nega qualquer ligação com grupos racistas ou nazistas.

Ao analisar o caso, o pastor Carlito Paes, da Igreja da Cidade de São José dos Campos (SP), criticou o uso da Palavra de Deus para justificar atos extremistas.

“Usar referências bíblicas para legitimar atos extremistas de ativismo político contra instituições da República é tentar usar da credibilidade das Escrituras de forma oportunista”, afirmou o pastor no Twitter.