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Bolsonaro pede sugestões para recuperar economia e evitar 20 milhões de desempregados

Redação A Hora News

Legenda: Bolsonaro sempre foi contra o fechamento das empresas | Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro expressou sua preocupação com a economia brasileira no começo de 2021, quando acaba o estado de emergência em razão da pandemia da covid-19.

Sem o pagamento do auxílio emergencial e com a economia quebrada pelos meses de paralização das atividades, Bolsonaro prevê um aumento significativo do desemprego.

“O meu governo busca se antecipar aos graves problemas sociais que podem surgir em 2021, caso nada se faça para atender a essa massa que tudo, ou quase tudo, perdeu. A responsabilidade fiscal e o respeito ao teto são os trilhos da economia. Estamos abertos a sugestões juntamente com os líderes partidários”, escreveu ele no Twitter.

O mesmo discurso foi feito à imprensa hoje, onde ele diz que o país pode ter 20 milhões de desempregados, pessoas diretamente prejudicadas pela política do “fique em casa” que foi adotada pelos governos municipais e estaduais.

“A política do ‘fique em casa’ que a ‘economia a gente vê depois’ acabou e o ‘depois’ chegou. A imprensa, que tanto apoiou o ‘fique em casa’, agora não apresenta opções de como atender a esses milhões de desassistidos”, criticou o presidente.

Bolsonaro sempre defendeu permanecer com os estabelecimentos abertos, preservando apenas quem fazia parte do grupo de risco. Por conta desta posição, ele foi chamado de “genocida”.

Pelas redes sociais ele também criticou quem foi contra o uso da hidroxicloroquina. Esta semana, a Sociedade Europeia de Cardiologia afirmou que o uso da Hidroxicloroquina não causa arritmia.

“Milhares de vidas poderiam ter sido salvas caso a HCQ não tivesse sido politizada”, disse ele também no Twitter.